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Quando abre os números, a ONG bate no peito para dizer que, dos quase 10 mil empregados, 5.167 são indígenas, sendo “grande parte” (15,7%) com nível superior.

O recurso serve única e exclusivamente para “gestão de RH”: contratar gente.

Segundo o coordenador, o hospital, que tem 70 leitos, vive hoje com um orçamento de cerca de R$ 170 mil por mês – R$ 120 mil do governo federal, R$ 35 mil do estado, R$ 18 mil da prefeitura de Dourados e uma quantia “ínfima” de doações de igrejas e pessoas.

Outra tabela, com a média de dentes cariados ou obturados em crianças de 12 anos, também depõe, em tese, pela excelência dos dentistas da ONG: os pequenos agora só perdem 1,87 dente, contra 4,3 em 2002.

Tudo fruto de uma “parceria transparente e conciliadora” com os povos atendidos, prega.

É assim que se apresenta, no seu slogan, a organização não governamental (ONG) Missão Evangélica Caiuá (MEC), ligada à Igreja Presbiteriana do Brasil e hoje dona da maior cota do orçamento da União destinada a entidades sem fins lucrativos.

Segundo dados do Portal da Transparência do governo federal, entre 2010 e 2017, a ONG abocanhou nada menos que R$ 2 bilhões em convênios firmados com o Ministério da Saúde para administração de distritos de saúde indígena no Brasil.

A Caiuá está acostumada a rebater polêmicas envolvendo o seu nome.

Tanto que, ao saber sobre a reportagem ao telefone, José Leopoldo chega a abrir um sonoro sorriso de conformidade. Seja pela escalada fenomenal no ranking das entidades mais contempladas pela União, seja pelas denúncias de envolvimento de funcionários em esquemas políticos, atraso de salários e atendimento sucateado.

No ano anterior, levou uma cota de R$ 348,8 milhões.

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